Casa da VITRUS é exemplo da reabilitação urbana
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Casa da VITRUS é exemplo da reabilitação urbana

Casa da VITRUS é exemplo da reabilitação urbana

Recuperação do edifício está documentada em livro e deverá servir de inspiração

A nova sede da empresa Vitrus Ambiente foi inaugurada ontem pelo presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, altura em que foi apresentado o livro que retrata todo o trabalho de recuperação do edifício, considerado pelo Município de grande valor arquitetónico e patrimonial.

O edil vimaranense congratulou-se com a envolvência dos trabalhadores da empresa na requalificação do imóvel, referindo-se à nova Casa Vitrus como “um exemplo que deve ser replicado”. ”Expresso a nossa gratidão pelo trabalho desenvolvido pelos trabalhadores da Vitrus que rapidamente assimilaram a cultura de uma empresa consolidada e se entregaram a esta reabilitação de forma empenhada e entusiástica”, referiu.

 A opção de reabilitar e não construir de novo é uma prática que o Município pretende adotar noutras ruas centrais, tendo também no horizonte a candidatura de Guimarães à Capital Verde Europeia. Neste contexto, Domingos Bragança, expressou a importância dos serviços urbanos da empresa, nomeadamente no que diz respeito à sustentabilidade ambiental.

Também o presidente do Conselho de Administração, Amadeu Portilha, não poupou elogios ao autor e projetista da obra, arquiteto Ricardo Rodrigues, lembrando que o trabalho iniciou no mandato do anterior presidente de Câmara, António Magalhães. “Este trabalho de reabilitação do edifício e este livro enobrecem Guimarães e honram a Vitrus, que desenvolve hoje um papel determinante em áreas muitos sensíveis, como os serviços urbanos, o ambiente e  estacionamento público”, referiu Amadeu Portilha.

No livro “Casa Vitrus”, o arquiteto Ricardo Rodrigues descreve com detalhe a intervenção realizada na antiga casa abandonada, ilustrando com fotografias as diferentes fases da obra.

A nova casa situa-se na Avenida Cónego Estaço e integra a zona tampão da área classificada como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO. O edifício terá servido continuamente como habitação desde a sua construção até aos anos 90. Desde então foi abandonado, facto que não se alterou desde a aquisição, em 2001, pela Câmara Municipal de Guimarães.

Com uma área de implantação de 90 metros quadrados, por piso, o espaço do atual edifício está disposto em três níveis correspondentes à zona onde se encontram os escritórios para administração, sala de reuniões, área de formação, serviço de recursos humanos, administrativo e financeiros e zona de receção. O investimento na recuperação da nova sede ficou orçado em 180 mil euros.

O dia da inauguração foi vivido com entusiasmo pela administração e colaboradores da empresa. “Sempre quisemos estar mais perto da população e, presentemente, prestamos os nossos serviços de uma forma mais digna, mais próxima e mais eficaz», disse Daniel Pinto, Administrador Executivo da Vitrus.  

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